| Rotary Club e Casa da Amizade - "Integrar para Fortalecer" |
A Casa da Amizade de Brumado foi criada em 1965, um ano após a fundação do Rotary Club da cidade. Por alguns anos, por ainda não possuir a sede própria, as reuniões aconteciam junto à reunião dos rotarianos, em restaurantes ou nas casas de companheiros. Em 06 de dezembro de 1984, o Rotary Club e a Casa da Amizade e o Rotary Club de Brumado realizam uma de suas metas, inaugurando a sua sede própria, à Praça da Amizade, Nº. 22.
segunda-feira, 11 de março de 2013
O Rotary Club de Brumado realizou neste domingo reunião com os presidentes de associações da Zona Rural do município de Brumado, para organização do cronograma da entrega dos filtros do "Projeto Água Pura". Trinta e uma comunidades serão beneficiadas atendendo seis mil duzentos e noventa e quatro pessoas. Serão distribuídos um mil e oitocentos filtros.


domingo, 17 de fevereiro de 2013
Rotary Folia 2013 - Ressaca do Carnaval
sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013
Fala da festiva de
janeiro de 2013 – Dia Mundial da Solidariedade.
Como a festiva de hoje ficou a cargo
do Conselho Diretor da Casa da Amizade e, por ser o 31 de janeiro “Dia Mundial
da Solidariedade”, resolvi ser solidária com as companheiras, atendendo ao seu
pedido, para em nome de todas, trazer uma ligeira reflexão sobre o tema.
Usando apenas da fala, sem nenhum
recurso de ilustração, uma vez que meus
parcos conhecimentos tecnológicos não me permite, em pouco tempo, elaborar um
material mais interessante, pois fui solicitada ainda hoje para essa missão
para a qual estou aqui, serei breve e espero que não os cansarei.
E afinal, o que é solidariedade?
A mim me parece ser mais fácil
vivenciá-la do que defini-la.
O dicionário online de Português traz os seguintes conceitos:
01 – s.f. – Dependência mútua
entre os homens;
02 - Sentimento que leva os
homens a se auxiliarem mutuamente;
03 - Relação mútua entre coisas
dependentes;
04 _ Direito compromisso pelo qual as pessoas se obrigam umas pelas
outras.
Escolhi todos esses conceitos para estabelecer uma relação do tema com o
Rotary e a Casa da Amizade
O primeiro conceito – dependência mútua entre os homens.
Este conceito nos remete ao grupo que
aqui formamos, do qual participamos por livre arbítrio, e que, para se fazer
alcançar os objetivos propostos é preciso essa dependência mútua, necessária
para vivenciarmos de forma eficiente a experiência da vida em grupo, pois esta
experiência é inerente à condição humana.
Conceito 02 - Sentimento que leva os
homens a si auxiliarem mutuamente.
Aqui se vive uma vida de ajuda, de
amizade, de troca de experiência, de bate-papos saudáveis, de cooperação.
Momentos de muitas alegrias, alguns poucos de tristeza, mas de mãos dadas para
o auxílio recíproco, auxílio este que se estende também aos mais carentes,
fazendo valer o espírito do servir, ingrediente que deve sustentar esses clubes
de serviço.
Conceito 03 -
Relação mútua entre coisas dependentes.
Rotary e Casa da Amizade são clubes
que andam juntos, vivem em harmonia, mas cada um com a sua independência, porém
as ações devem ter uma relação mútua de dependência, para que os trabalhos
solidários sejam eficientes e que possamos, com alegria, vivenciarmos a
solidariedade autêntica, que parte da vontade real de cada um de ser útil a seu
semelhante e à sociedade.
Conceito 04 - Direito compromisso pelo qual as pessoas se
obrigam uma pelas outras.
Aqui se desenvolvem ações em
conjunto, não se predomina a individualidade. Aqui se vivem pessoas solidárias,
e ser solidário é ter interesse pelo próximo, é buscar sempre o laço de
assistência recíproca nos momentos de necessidade de cada um e do grupo, grupo
cujos membros são desafiados a praticarem a ética da solidariedade em resposta
á ética da exclusão, tão presente no mundo.
O dicionário pesquisado ainda traz
como sinônimo de solidariedade a palavra COMPANHEIRISMO. Palavra-chave das
nossas instituições, que nos fortalece para a caminhada na busca de melhoria de
vida para aqueles a quem propomos servir.
Solidariedade exige companhia e...
Solidários, somos gente / Solitários,
somos peças,
De mãos dadas somos força / desunidos
impotência,
Isolados somos ilhas / juntos
continentes.
Inconscientes, somos dispersos /
reflexivos somos grupo.
Organizados somos pessoas / sem
organização objetos de lucro.
Em equipe ganhamos, libertamo-nos /
individualmente perdemos/ Caminhamos presos.
Participando, somos povo/
marginalizando-nos, somos rebanho.
Unidos, soma / na massa número.
Dispersos, vozes no deserto/ agrupados
fazemos ouvir.
Amontoando palavras, perdemos tempo.
Com ações concretas, construiremos
sempre
Autor desconhecido.
Sejamos pois solidários, amigos e companheiros e, para encerrar faço
minhas as palavras de Bob Marley “ Unidos venceremos, separados cairemos.
Companheira Diná Gomes Fernandes
quarta-feira, 30 de janeiro de 2013
sexta-feira, 18 de janeiro de 2013
Lema do Rotary para 2013 - 2014
Presidente eleito do Rotary International, Ron Burton, acaba de anunciar seu lema para 2013-14: "Viver Rotary, Transformar Vidas"
domingo, 13 de janeiro de 2013
Precisa-se de voluntários
Numa reunião, referindo-se às iniciativas de seu setor de pastoral, alguém observou: “Trabalho não falta. O que faltam são voluntários”. Em pouco tempo, essa mesma constatação foi feita por membros de outras pastorais. Alguém, então, observou: “Alguns assumem muita coisa e se sobrecarregam, não porque o desejam, mas porque não há quem os ajude e os substitua”.
Sei que a falta de voluntários atinge não somente as pastorais da Igreja mas, também, organizações não-governamentais, clubes de serviço e associações civis. Voltando à reunião de que participei: tendo ouvido a observação de que faltam voluntários, minha imaginação “viajou”. Pensei: para solucionar o problema, poderia ser colocado, na frente das igrejas, um cartaz com um apelo: “Precisa-se de voluntários!” E, mais abaixo: “Qualidades exigidas: ter paixão por Jesus Cristo, amar a Igreja, ser disponível e generoso para com o próximo. Mais: não ter medo da Cruz, ser alegre e criativo; estar disposto a lutar contra a vaidade, ter espírito de comunhão e ser capaz de compreender as limitações dos outros”.
Não sei se essa idéia daria resultados práticos. Muitos não se animam com o “pagamento” feito aos voluntários no campo pastoral – “pagamento” que por sinal, é responsabilidade do Senhor da Messe. No seu Reino, quando alguém termina de fazer o que lhe foi dado fazer, não deve ficar esperando elogios ou recompensas. Segundo o próprio Senhor, terminado o trabalho, deve-se apenas dizer: “Somos simples servos; fizemos o que devíamos fazer” (Lc 17,9-10).
Dois mil anos atrás, passando ao longo do Mar da Galiléia, Jesus viu pescadores que puxavam a rede. Sem dar explicações ou qualquer garantia, convidou-os: “Segui-me, e eu farei de vós pescadores de homens” (Mc 1,17). Teriam aqueles rudes pescadores entendido as dimensões do que lhes era proposto? Certamente, não! E, no entanto, aceitaram o desafio, deixaram tudo “e puseram-se a seguir Jesus” (Mc 1,20). Tivessem se fechado em seu egoísmo, não passariam hoje de ilustres desconhecidos. Tendo se tornado apóstolos de Jesus Cristo, suas vidas influenciaram uma multidão de pessoas e passaram a ter dimensões que só na eternidade conheceremos.
Os voluntários, quer se empenhem individualmente, quer em grupos, associações ou organizações não-governamentais, representam, para muitos, a esperança. Sim, somente se pensarmos nas crianças pobres, nos idosos, doentes e pessoas de “vidas severinas”, seremos capazes de avaliar a importância de voluntários ao seu redor. Não se trata de satisfazer unicamente as necessidades materiais, como a fome, a sede, a saúde etc., mas de fazer com que o necessitado conheça, de maneira pessoal e direta, o significado e as benéficas consequências da palavra solidariedade.
O voluntário é uma testemunha do amor de Deus; é um Bom Samaritano, atento às necessidades dos irmãos que, sem alguma ajuda, permaneceriam prostrados à beira do caminho. Ele ouve, como que dirigida a si próprio, a advertência feita por Jesus no final da história contada a respeito do homem caído à beira do caminho, que vários ignoraram, mas que foi socorrido por um habitante da Samaria: “Vá e faz tu a mesma coisa!” (Lc 10,37).
“Precisa-se de voluntários!” Quando se trata de trabalhos pastorais, pode-se dizer isso de outra maneira – por exemplo, utilizando-se de palavras do Beato João Paulo II: “Todos os fiéis leigos devem oferecer à Igreja uma parte de seu tempo, vivendo com coerência a própria fé!” (RM, 74). Mas não é só a Igreja que precisa de voluntários: hospitais e creches governamentais, escolas públicas e associações sem fins lucrativos clamam pela presença de pessoas que doem algumas horas de sua semana para suprir as necessidades que se multiplicam. Aos que procurarem se justificar dizendo não ter jeito para tais trabalhos, poderá se responder: o amor desperta em nós a criatividade e nos torna capazes de fazer o que nunca julgaríamos ser capazes de enfrentar.
Então: você aceita o desafio de ser voluntário?…
Dom Murilo S.R. Krieger, scj
Arcebispo de São Salvador da Bahia, Primaz do Brasil
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